Mais de 40 anos ouvindo histórias que precisam de tratamento.
Psiquiatria clínica, psicanálise e tratamento de dependências químicas em consultório particular na Rua Joaquim Antunes. Atendimento individual, orientação familiar e psicanálise de casal e família.
WhatsApp (11) 99912-7085 · telefone (11) 3063-3787 · Pinheiros, São Paulo
Três frentes de trabalho que se apoiam entre si
O tratamento psiquiátrico, a investigação psicanalítica e o cuidado com as dependências não se excluem — combinados, sustentam o quadro por inteiro. Escolha por onde começar a conversa.
Psiquiatria
Especialidade médica que trata das doenças mentais ou transtornos psíquicos. Ao receber um paciente, o psiquiatra realiza a anamnese — colhe o histórico contado por ele e, a depender da gravidade, também por um familiar — para formular a hipótese diagnóstica e traçar uma conduta terapêutica.
Praticamente não há exames em psiquiatria: o trabalho depende do relato subjetivo do paciente, do relato objetivo da família e da observação, conhecimento, sensibilidade e percepção do médico. É no acompanhamento e na evolução que a hipótese se confirma.
Falar sobre atendimento psiquiátrico →Psicanálise
Método de investigação criado por Sigmund Freud para conhecer a mente humana e compreender a pessoa. Trabalha com a interpretação das associações livres, dos atos falhos, da análise dos sonhos e da transferência na relação com o analista, buscando as origens inconscientes de atos, sintomas e dificuldades.
É indicada tanto para o tratamento de transtornos psíquicos quanto para autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e amadurecimento.
Falar sobre psicanálise →Dependências químicas
Transtornos psiquiátricos causados pelo uso frequente de drogas que estimulam, inibem ou perturbam o Sistema Nervoso Central, com consequências físicas, psíquicas, familiares, sociais e profissionais.
O sucesso do tratamento depende de diagnosticar e tratar o transtorno de base — ansiedade, depressão, transtorno afetivo bipolar ou outros quadros ainda não tratados. Só então o paciente prescinde da substância.
Entender a abordagem →
Dra. Helena Masseo de Castro
Médica psiquiatra · psicanalista · São Paulo, SP
Médica psiquiatra graduada em 1976, com residência concluída em 1980 e diversos cursos nas áreas de psicanálise e farmacodependência. Ampla experiência no atendimento a pacientes em psiquiatria, dependências químicas e psicanálise.
Mantém consultório particular desde 1984, com foco em atendimento clínico psiquiátrico, psicanálise, orientação familiar e psicanálise de casal e família. Coordena equipes multiprofissionais e de acompanhantes terapêuticos, e atua na área de alcoolismo e de dependência de outras drogas desde 1981.
Entre 1988 e 2002 montou e dirigiu um “Espaço de Artes” dentro do próprio consultório, com atividades de música, teatro e artes plásticas para pacientes psicóticos e neuróticos graves, com o objetivo de favorecer a expressão dos sentimentos. Foi um projeto especial, que rendeu muitos frutos.
- Graduação em Medicina em 1976, residência concluída em 1980
- Cursos em psicanálise, farmacodependência e áreas correlatas
- Membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP) desde 2002
- Atuação em saúde pública junto às prefeituras de São Paulo e Carapicuíba desde 1984 — montando e dirigindo serviços, treinando equipes e atuando em prevenção
- Diversos trabalhos científicos publicados ao longo da carreira
“É possível livrar-se das dependências químicas”
O caminho costuma ser o mesmo: experimentar, usar socialmente, aumentar as quantidades, chegar ao abuso, intensificar a frequência até o uso diário. Aí a dependência já está instalada — o corpo cobra a substância desde que a pessoa acorda.
Sem a droga vêm os sintomas de abstinência, geralmente físicos, ou a fissura: a vontade imensa e incontrolável de usar. Nesse estágio, o paciente não tem mais controle sobre o uso.
As dependências têm origem multifatorial. Na maior parte das vezes, eu as vejo como uma forma de amenizar uma dor emocional — um transtorno de ansiedade, uma depressão, um transtorno afetivo bipolar não diagnosticados. A substância alivia, o alívio se repete, e a dependência se instala.
- Tratamento clínico psiquiátrico do transtorno de base, associado a psicanálise ou psicoterapia
- Comprometimento e acompanhamento da família, inclusive com psicoterapia familiar
- Participação em grupos de ajuda mútua: AA, AAA, NA, Alanon, Amor Exigente e outros
- Nos quadros graves, internação psiquiátrica por períodos variáveis, conforme o caso, o paciente e a família
O que orienta o tratamento
“É possível livrar-se das dependências químicas. Dependência química é doença e como tal requer e tem tratamento. Não é fácil, mas, com o tratamento clínico psiquiátrico e psicanalítico, e o acompanhamento da família ou de amigos, você consegue. Se participar de grupos de ajuda mútua, melhor ainda.”
Helena Masseo de Castro“Tratamento para dependências químicas requer tratamento clínico psiquiátrico, psicanalítico ou psicoterápico, e acompanhamento familiar, geralmente com terapia familiar, orientação e grupos de ajuda mútua. O tratamento é longo, mas a abstinência é possível.”
Helena Masseo de Castro“Viver é como andar de bicicleta. É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio.”
Albert EinsteinConsultório em Pinheiros
Sala de atendimento reservada, com luz natural — e obras vindas do Espaço de Artes que funcionou no consultório entre 1988 e 2002.
O primeiro passo cabe em uma mensagem
Se o assunto é você ou alguém da sua família, escreva contando em poucas linhas o que está acontecendo. A partir daí combinamos a consulta.
Falar no WhatsApp agoraOnde atende
Rua Joaquim Antunes, 767, cj. 75
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